sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Sessão de esclarecimento sobre o consumo de estupefacientes

No dia 26 de janeiro, foi realizada uma sessão de esclarecimento sobre o uso de estupefacientes. Os alunos forma alertados para os malefícios causados pelo uso de drogas.


Exposição de trabalhos dos alunos do Curso de Artes Visuais

Esteve patente, durante o mês de janeiro, uma exposição de trabalhos do alunos da turma I do 10º ano do Curso Cientifico-Humanístico de Artes Visuais. Estes trabalhos foram desenvolvidos no decorrer das aulas da disciplina de Desenho leccionada pela professora Maria José Jerónimo.








Dia da Não Violência e Paz nas Escolas - 30 de janeiro

No dia 30 de janeiro, decorreu também na nossa escola uma atividade dinamizada pela Biblioteca Escolar e pela Psicologa Escolar Drª Esperança Santos. Colaboraram na iniciativa as professoras Arlete Casaca e Cristina Guerreiro.













No âmbito do Dia Internacional da não Violência e Paz nas Escolas -30 de janeiro, os alunos da Escola Secundária de Loulé deslocaram-se, ao Cine Teatro Louletano para ver o filme "A Turma" de Laurent Cantet.
O filme mostra o choque cultural na França contemporânea: O professor de francês, François Marin, procura formas de se aproximar dos seus estudantes pertencentes a culturais diferentes. A história é baseada no livro homónimo de François Bégaudeau, protagonista da narrativa.
A iniciativa foi dinamizada pela Biblioteca Escolar e pela professora Arlete Casaca, coordenadora do projeto Juventude, Cinema e Escola.

Duração: 130 minutos
Ano de lançamento: 2008 (França)
M/12

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Leitura animada

No Dia da Não Violência e da Paz nas Escolas, recebemos os alunos da Casa da Primeira Infância.
A aluna Joana Guia leu a história do "Gato Comilão" para os nossos pequenos convidados.
A galeria da nossa biblioteca foi decorada com pombas desenhadas pelos nos alunos nas disciplinas de Português, Espanhol,  Francês e Inglês e contêm pensamentos sobre a paz.



Dia Internacional da Não Violência e da Paz nas Escolas

E se falar da não  violência e da paz não fosse apenas falar da ausência da violência e do conflito? Cada vez mais se fala de situações desejáveis mas não referindo o que as fomenta. Queremos um mundo tranquilo, harmonioso e sem agressões. Queremos um mundo onde não haja guerra ou qualquer outro tipo de conflitos. Suspiramos por um mundo ideal como se fosse do domínio da utopia. 
E se o nosso desejo grandioso, antes de se tornar quase irrealizável, estivesse em pequenos gestos e actos do quotidiano? Respeito, tolerância, solidariedade, cortesia, tudo parece ter caído em desuso. Respeito se...Sou tolerante mas... Solidariedade porém...Cortesia nem pensar!...A forma como nos relacionamos não pode exigir condições.
E se começássemos a pensar no outro em vez de darmos sempre prioridade ao "eu"? Não só somos sempre prioritários, como parece termo-nos virado para dentro do nosso próprio "eu" ao alhearmo-nos de quem nos rodeia.
Num dia de reflexão sobre a não violência e paz nas escolas, não me apetece falar sobre a violência ou sobre os conflitos tão presentes, não por querer ignorar a realidade mas por o contributo para a sua eliminação poder ser feito de outra forma. Será assim tão difícil cumprimentar os outros, dizer por favor, obrigado ou desculpe? Será assim tão difícil dar prioridade aos outros ou não os interromper? Será assim tão difícil perceber os outros sem destacar os seus defeitos? Será assim tão difícil chamar a atenção em vez de ignorar uma situação que percebemos incorrecta ?...
Comportamentos e atitudes positivas geram um ambiente positivo portanto quanto custa, afinal, sermos o que deveríamos ser de facto? 

Profª A.F.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Lenda - Bolo Rei

Diz a história que foram os três reis magos, Gaspar, Belchior e Baltazar, a dar origem ao Bolo-rei, simbolizando os presentes que os magos levaram ao Menino Jesus aquando do seu nascimento: o ouro, a mirra e o incenso. De acordo com a simbologia, a côdea simboliza o ouro, as frutas, cristalizadas e secas, representam a mirra, e o aroma do bolo assinala o incenso.

A fava e o brinde, hoje em desuso por questões de segurança alimentar, também têm uma explicação. Segundo a lenda, quando os Reis Magos viram a estrela que anunciava o nascimento de Jesus, disputaram entre si qual dos três teria a honra de ser o primeiro a brindar o Menino. Um padeiro, perante a discussão, confecionou um bolo escondendo no seu interior uma fava, para que aquele que a apanhasse fosse o primeiro a entregar o presente. A história não conta, no entanto, qual dos três, Gaspar, Baltazar ou Belchior, foi o feliz contemplado.

Profª Natércia Caravela

Bolo-Rei

De forma redonda, com um grande buraco no centro, o Bolo-rei é feito de uma massa branca e fofa misturada com passas, frutos secos e frutas cristalizadas. Aparenta uma coroa incrustada de pedras preciosas.

A tradição surgiu em França, no tempo de Luís XIV, para as festas do Ano Novo e do Dia de Reis. No entanto, com a Revolução Francesa, em 1789, a iguaria foi proibida por causa do nome. Felizmente, e como o negócio era rentável, os pasteleiros continuaram a confecioná-lo sob o nome de gâteau des sans-cullottes.

Em Portugal, a primeira pastelaria a vender e a confecionar o Bolo-rei foi a Confeitaria Nacional, em Lisboa, por volta do ano de 1870, através duma receita trazida de Paris. No Porto foi posto à venda pela primeira vez em 1890 por iniciativa da Confeitaria Cascais feito, também, segundo uma receita que o proprietário trouxera de Paris. Assim o Bolo-rei atravessou com êxito os reinados da rainha D. Maria II e dos reis D. Pedro, D. Luís, D. Carlos e D. Manuel II.

Mas, com a proclamação da República, a 5 de Outubro de 1910, vieram os piores tempos para o Bolo-rei, ficando em risco a sua existência por causa da palavra “rei”, símbolo do poder supremo que tinha sido derrubado. O bolo tinha que desaparecer ou arranjar outra designação.

Os pasteleiros continuaram a fabricá-lo, mudando-lhe o nome. Hoje, o bolo recuperou o seu nome original e, apesar da proibição da fava e do brinde, continua a ser um dos doces mais presentes em toda a quadra Natalícia.

Profª Natércia Caravela