Para assinalar o Dia Internacional da Internet Segura que se celebra a 7 de fevereiro, decorreram duas sessões de esclarecimento sobre o tema. Esta atividade teve a participação da Guarda Nacional Republicana (GNR) - Escola Segura.
No dia 6 de fevereiro pelas 10.30, decorreu no auditório do bloco F, uma sessão de sensibilização com a participação da APAV - Associação Portuguesa de Apoio à Vitima / Gabinete de Apoio de Loulé. Foi também visionado o filme Flor do Deserto.
Participaram nesta atividade os alunos dos cursos profissionais de técnico de Multimédia e de Design Gráfico e os do curso de Artes Visuais.
Flor do Deserto
Título original: Desert Flower
De: Sherry Horman
Com: Liya Kebede, Sally Hawkins, Anthony Mackie, Timothy Spall
Género:Drama
Outros dados: GB, 2009, Cores
Trailer do filme:
O filme retrata a história verídica da super-modelo Waris Dirie (Liya Kebede). Nascida na Somália em 1965, no seio de uma tribo de pastores nómadas foi, aos 13 anos de idade, vendida pela família para casar com um homem de 60. Nessa mesma altura foge e, percorrendo sozinha o deserto somali durante vários dias, chega a Mogadíscio onde uns parentes a acolhem e a enviam para Londres. Já em Inglaterra, foi empregada de mesa até ao dia em que foi descoberta pelo fotógrafo Terry Donaldson (Timothy Spall). A partir daí, a vida de Waris mudaria radicalmente, sendo transformada numa modelo internacional. E foi no auge da sua carreira que, ao revelar ao mundo que fora vítima de excisão feminina aos cinco anos, inicia uma luta contra a esta tradição, tornando-se embaixadora da ONU.
Realizado por Sherry Horman, é baseado na autobiografia de Waris Dirie que se tornou, em 1998, num best-seller em todo o mundo.
No dia 26 de janeiro, foi realizada uma sessão de esclarecimento sobre o uso de estupefacientes. Os alunos forma alertados para os malefícios causados pelo uso de drogas.
Esteve patente, durante o mês de janeiro, uma exposição de trabalhos do alunos da turma I do 10º ano do Curso Cientifico-Humanístico de Artes Visuais. Estes trabalhos foram desenvolvidos no decorrer das aulas da disciplina de Desenho leccionada pela professora Maria José Jerónimo.
No dia 30 de janeiro, decorreu também na nossa escola uma atividade dinamizada pela Biblioteca Escolar e pela Psicologa Escolar Drª Esperança Santos. Colaboraram na iniciativa as professoras Arlete Casaca e Cristina Guerreiro.
No âmbito do Dia Internacional da não Violência e Paz nas Escolas -30 de janeiro, os alunos da Escola Secundária de Loulé deslocaram-se, ao Cine Teatro Louletano para ver o filme "A Turma" de Laurent Cantet.
O filme mostra o choque cultural na França contemporânea: O professor de francês, François Marin, procura formas de se aproximar dos seus estudantes pertencentes a culturais diferentes. A história é baseada no livro homónimo de François Bégaudeau, protagonista da narrativa.
A iniciativa foi dinamizada pela Biblioteca Escolar e pela professora Arlete Casaca, coordenadora do projeto Juventude, Cinema e Escola.
Duração: 130 minutos
Ano de lançamento: 2008 (França)
M/12
No Dia da Não Violência e da Paz nas Escolas, recebemos os alunos da Casa da Primeira Infância.
A aluna Joana Guia leu a história do "Gato Comilão" para os nossos pequenos convidados.
A galeria da nossa biblioteca foi decorada com pombas desenhadas pelos nos alunos nas disciplinas de Português, Espanhol, Francês e Inglês e contêm pensamentos sobre a paz.
E se falar da não violência e da paz não fosse apenas falar da
ausência da violência e do conflito? Cada vez mais se fala de situações
desejáveis mas não referindo o que as fomenta. Queremos um mundo tranquilo,
harmonioso e sem agressões. Queremos um mundo onde não haja guerra ou qualquer
outro tipo de conflitos. Suspiramos por um mundo ideal como se fosse do domínio
da utopia.
E se o nosso desejo grandioso, antes de
se tornar quase irrealizável, estivesse em pequenos gestos e actos do
quotidiano? Respeito, tolerância, solidariedade, cortesia, tudo parece ter
caído em desuso. Respeito se...Sou tolerante mas... Solidariedade
porém...Cortesia nem pensar!...A forma como nos relacionamos não pode exigir
condições.
E se começássemos a pensar no outro em
vez de darmos sempre prioridade ao "eu"? Não só somos sempre
prioritários, como parece termo-nos virado para dentro do nosso próprio
"eu" ao alhearmo-nos de quem nos rodeia.
Num dia de reflexão sobre a não
violência e paz nas escolas, não me apetece falar sobre a violência ou sobre os
conflitos tão presentes, não por querer ignorar a realidade mas por o
contributo para a sua eliminação poder ser feito de outra forma. Será assim tão
difícil cumprimentar os outros, dizer por favor, obrigado ou desculpe? Será
assim tão difícil dar prioridade aos outros ou não os interromper? Será assim
tão difícil perceber os outros sem destacar os seus defeitos? Será assim tão
difícil chamar a atenção em vez de ignorar uma situação que percebemos
incorrecta ?...
Comportamentos e atitudes positivas
geram um ambiente positivo portanto quanto custa, afinal, sermos
o que deveríamos ser de facto?