sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017
Dia da Não Violência e Paz nas Escolas - 30 de janeiro
No dia 30 de janeiro, decorreu também na nossa escola uma atividade dinamizada pela Biblioteca Escolar e pela Psicologa Escolar Drª Esperança Santos. Colaboraram na iniciativa as professoras Arlete Casaca e Cristina Guerreiro.
No âmbito do Dia Internacional da não Violência e Paz nas Escolas -30 de janeiro, os alunos da Escola Secundária de Loulé deslocaram-se, ao Cine Teatro Louletano para ver o filme "A Turma" de Laurent Cantet.
O filme mostra o choque cultural na França contemporânea: O professor de francês, François Marin, procura formas de se aproximar dos seus estudantes pertencentes a culturais diferentes. A história é baseada no livro homónimo de François Bégaudeau, protagonista da narrativa.
A iniciativa foi dinamizada pela Biblioteca Escolar e pela professora Arlete Casaca, coordenadora do projeto Juventude, Cinema e Escola.
Duração: 130 minutos
Ano de lançamento: 2008 (França)
M/12
O filme mostra o choque cultural na França contemporânea: O professor de francês, François Marin, procura formas de se aproximar dos seus estudantes pertencentes a culturais diferentes. A história é baseada no livro homónimo de François Bégaudeau, protagonista da narrativa.
A iniciativa foi dinamizada pela Biblioteca Escolar e pela professora Arlete Casaca, coordenadora do projeto Juventude, Cinema e Escola.
Duração: 130 minutos
Ano de lançamento: 2008 (França)
M/12
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017
Leitura animada
No Dia da Não Violência e da Paz nas Escolas, recebemos os alunos da Casa da Primeira Infância.
A aluna Joana Guia leu a história do "Gato Comilão" para os nossos pequenos convidados.
A galeria da nossa biblioteca foi decorada com pombas desenhadas pelos nos alunos nas disciplinas de Português, Espanhol, Francês e Inglês e contêm pensamentos sobre a paz.
A aluna Joana Guia leu a história do "Gato Comilão" para os nossos pequenos convidados.
A galeria da nossa biblioteca foi decorada com pombas desenhadas pelos nos alunos nas disciplinas de Português, Espanhol, Francês e Inglês e contêm pensamentos sobre a paz.
Dia Internacional da Não Violência e da Paz nas Escolas
E se falar da não violência e da paz não fosse apenas falar da
ausência da violência e do conflito? Cada vez mais se fala de situações
desejáveis mas não referindo o que as fomenta. Queremos um mundo tranquilo,
harmonioso e sem agressões. Queremos um mundo onde não haja guerra ou qualquer
outro tipo de conflitos. Suspiramos por um mundo ideal como se fosse do domínio
da utopia.
E se o nosso desejo grandioso, antes de
se tornar quase irrealizável, estivesse em pequenos gestos e actos do
quotidiano? Respeito, tolerância, solidariedade, cortesia, tudo parece ter
caído em desuso. Respeito se...Sou tolerante mas... Solidariedade
porém...Cortesia nem pensar!...A forma como nos relacionamos não pode exigir
condições.
E se começássemos a pensar no outro em
vez de darmos sempre prioridade ao "eu"? Não só somos sempre
prioritários, como parece termo-nos virado para dentro do nosso próprio
"eu" ao alhearmo-nos de quem nos rodeia.
Num dia de reflexão sobre a não
violência e paz nas escolas, não me apetece falar sobre a violência ou sobre os
conflitos tão presentes, não por querer ignorar a realidade mas por o
contributo para a sua eliminação poder ser feito de outra forma. Será assim tão
difícil cumprimentar os outros, dizer por favor, obrigado ou desculpe? Será
assim tão difícil dar prioridade aos outros ou não os interromper? Será assim
tão difícil perceber os outros sem destacar os seus defeitos? Será assim tão
difícil chamar a atenção em vez de ignorar uma situação que percebemos
incorrecta ?...
Comportamentos e atitudes positivas
geram um ambiente positivo portanto quanto custa, afinal, sermos
o que deveríamos ser de facto?
Profª A.F.
sexta-feira, 6 de janeiro de 2017
Lenda - Bolo Rei
Diz a história que foram os três reis magos, Gaspar, Belchior e Baltazar, a dar origem ao Bolo-rei, simbolizando os presentes que os magos levaram ao Menino Jesus aquando do seu nascimento: o ouro, a mirra e o incenso. De acordo com a simbologia, a côdea simboliza o ouro, as frutas, cristalizadas e secas, representam a mirra, e o aroma do bolo assinala o incenso.
A fava e o brinde, hoje em desuso por questões de segurança alimentar, também têm uma explicação. Segundo a lenda, quando os Reis Magos viram a estrela que anunciava o nascimento de Jesus, disputaram entre si qual dos três teria a honra de ser o primeiro a brindar o Menino. Um padeiro, perante a discussão, confecionou um bolo escondendo no seu interior uma fava, para que aquele que a apanhasse fosse o primeiro a entregar o presente. A história não conta, no entanto, qual dos três, Gaspar, Baltazar ou Belchior, foi o feliz contemplado.
Profª Natércia Caravela
A fava e o brinde, hoje em desuso por questões de segurança alimentar, também têm uma explicação. Segundo a lenda, quando os Reis Magos viram a estrela que anunciava o nascimento de Jesus, disputaram entre si qual dos três teria a honra de ser o primeiro a brindar o Menino. Um padeiro, perante a discussão, confecionou um bolo escondendo no seu interior uma fava, para que aquele que a apanhasse fosse o primeiro a entregar o presente. A história não conta, no entanto, qual dos três, Gaspar, Baltazar ou Belchior, foi o feliz contemplado.
Profª Natércia Caravela
Bolo-Rei
De forma redonda, com um grande buraco no centro, o Bolo-rei é feito de uma massa branca e fofa misturada com passas, frutos secos e frutas cristalizadas. Aparenta uma coroa incrustada de pedras preciosas.
A tradição surgiu em França, no tempo de Luís XIV, para as festas do Ano Novo e do Dia de Reis. No entanto, com a Revolução Francesa, em 1789, a iguaria foi proibida por causa do nome. Felizmente, e como o negócio era rentável, os pasteleiros continuaram a confecioná-lo sob o nome de gâteau des sans-cullottes.
Em Portugal, a primeira pastelaria a vender e a confecionar o Bolo-rei foi a Confeitaria Nacional, em Lisboa, por volta do ano de 1870, através duma receita trazida de Paris. No Porto foi posto à venda pela primeira vez em 1890 por iniciativa da Confeitaria Cascais feito, também, segundo uma receita que o proprietário trouxera de Paris. Assim o Bolo-rei atravessou com êxito os reinados da rainha D. Maria II e dos reis D. Pedro, D. Luís, D. Carlos e D. Manuel II.
Mas, com a proclamação da República, a 5 de Outubro de 1910, vieram os piores tempos para o Bolo-rei, ficando em risco a sua existência por causa da palavra “rei”, símbolo do poder supremo que tinha sido derrubado. O bolo tinha que desaparecer ou arranjar outra designação.
Os pasteleiros continuaram a fabricá-lo, mudando-lhe o nome. Hoje, o bolo recuperou o seu nome original e, apesar da proibição da fava e do brinde, continua a ser um dos doces mais presentes em toda a quadra Natalícia.
Profª Natércia Caravela
A tradição surgiu em França, no tempo de Luís XIV, para as festas do Ano Novo e do Dia de Reis. No entanto, com a Revolução Francesa, em 1789, a iguaria foi proibida por causa do nome. Felizmente, e como o negócio era rentável, os pasteleiros continuaram a confecioná-lo sob o nome de gâteau des sans-cullottes.
Em Portugal, a primeira pastelaria a vender e a confecionar o Bolo-rei foi a Confeitaria Nacional, em Lisboa, por volta do ano de 1870, através duma receita trazida de Paris. No Porto foi posto à venda pela primeira vez em 1890 por iniciativa da Confeitaria Cascais feito, também, segundo uma receita que o proprietário trouxera de Paris. Assim o Bolo-rei atravessou com êxito os reinados da rainha D. Maria II e dos reis D. Pedro, D. Luís, D. Carlos e D. Manuel II.
Mas, com a proclamação da República, a 5 de Outubro de 1910, vieram os piores tempos para o Bolo-rei, ficando em risco a sua existência por causa da palavra “rei”, símbolo do poder supremo que tinha sido derrubado. O bolo tinha que desaparecer ou arranjar outra designação.
Os pasteleiros continuaram a fabricá-lo, mudando-lhe o nome. Hoje, o bolo recuperou o seu nome original e, apesar da proibição da fava e do brinde, continua a ser um dos doces mais presentes em toda a quadra Natalícia.
Profª Natércia Caravela
sexta-feira, 23 de dezembro de 2016
Sugestão de leitura - A Célula Adormecida de Nuno Nepomuceno
«Assim queira Deus, o Califado foi estabelecido e iremos invadir-vos como vocês nos invadiram. Iremos capturar as vossas mulheres como vocês capturaram as nossas mulheres. Vamos deixar os vossos filhos órfãos como vocês deixaram órfãos os nossos filhos.» Daesh, o autoproclamado Estado |slâmico, 2014.
Em plena noite eleitoral, o novo primeiro-ministro português é encontrado morto. Ao mesmo tempo, em Istambul, na Turquia, uma jornalista vive uma experiência transcendente. E em Lisboa, o pânico instala-se quando um autocarro é feito refém no centro da cidade. O autoproclamado Estado Islâmico reivindica o ataque e mostra toda a sua força com uma mensagem arrepiante.
O país desperta para o terror e o medo cresce na sociedade. Um grande evento de dimensão mundial aproxima-se e há claros indícios de que uma célula terrorista se encontra entre nós. Todas as pistas são importantes para o SIS, sobretudo quando Afonso Catalão, um reputado especialista em Ciência Política e Estudos Orientais, é implicado.
De antecedentes obscuros, o professor vê-se subitamente envolvido numa estranha sucessão de acontecimentos. E eis que uma modesta família muçulmana refugiada em Portugal surge em cena.
A luta contra o tempo começa e a Afonso só é dada uma hipótese para se ilibar: confrontar o passado e reviver o amor por uma mulher que já antes o conduziu ao limiar da própria destruição.
Fonte: http://www.nunonepomuceno.com/
CONCURSO LITERÁRIO JUVENIL ESCOLA SECUNDÁRIA DE LOULÉ
REGULAMENTO DA 10ª EDIÇÃO 2016/2017
Tema: UMA VIAGEM NO TEMPO
Modalidade : Texto narrativo /descritivo.
Objetivos do concurso
Criar/consolidar hábitos de leitura e escrita.
Estimular o espírito de iniciativa.
Promover a produção literária dos alunos e outros elementos da comunidade escolar.
Valorizar a expressão literária.
Divulgar jovens talentos.
Destinatários
Todos os elementos da comunidade educativa (alunos, docentes e funcionários).
Periodicidade
Este concurso terá início no dia 3 de janeiro e a entrega dos trabalhos far-se-á na Biblioteca Escolar, até ao dia 10 de março de 2017.
Na semana da leitura a decorrer de 27 a 31 de março, haverá uma apresentação pública dos trabalhos vencedores.
Características dos trabalhos:
Podem ser escritos em língua portuguesa, francesa, espanhola, ou inglesa.
O texto deverá ser inédito, escrito por apenas um autor com no máximo 5 páginas, impresso em papel A4 branco, fonte Arial ou Times New Roman tamanho 12, com espaçamento entre linhas 1,5.
Identificação
Os trabalhos apresentados são identificados com pseudónimo.
Cada um dos trabalhos é entregue dentro de um envelope fechado.
Dentro do envelope, que contém os trabalhos assinados com pseudónimo, deve ser colocado um segundo envelope fechado com a indicação do pseudónimo no exterior e contendo, no seu interior, os seguintes dados:
Pseudónimo
Nome do autor
Data de nascimento
Ano de escolaridade, turma
Júri
O júri é constituído pela equipa pedagógica da Biblioteca da Escola Secundária de Loulé.
Na atribuição dos prémios, o júri deve ter em conta os seguintes parâmetros:
Criatividade
Estruturação das ideias
Coerência
Originalidade
Correção linguística
Qualidade literária
Caso os trabalhos não apresentem qualidade, o júri reserva o direito de não atribuir prémio
Prémios
O júri atribui prémios aos três primeiros classificados, podendo também, caso se decida, conceder menções honrosas.
Todos os concorrentes recebem diplomas de participação.
Trabalhos a concurso
A biblioteca escolar reserva-se o direito de divulgação ou publicação dos trabalhos.
Os textos vencedores serão publicados no facebook e blog da biblioteca escolar.
Todos os trabalhos ficam arquivados na Biblioteca da Escola.
Casos omissos
Os casos omissos no presente regulamento serão apreciados e resolvidos pela equipa pedagógica da biblioteca.
Os casos omissos no presente regulamento serão apreciados e resolvidos pela equipa pedagógica da biblioteca.
Sugestões de leitura
Aqui fica o convite para uma viagem - uma viagem com os livros. O cais de embarque está bem pertinho, aqui na biblioteca da escola.
Escolham o que mais vos agradar e partam à aventura. Descubram as maravilhas do mundo real e domundo da fantasia. Aprendam, sonhem e divirtam-se, divirtam-se muito!
Ah, como é bom viajar assim, faça sol ou faça chuva, haja ou não haja dinheiro na algibeira para gastar!
Ah, como é bom ir à biblioteca!
“Viagens na Minha Terra” de Almeida Garrett - O escritor que quis mudar de vida.
“As viagens de Gulliver” de Jonathan Swift - Fantasia para todas as idades.
“Peregrinação” de Fernão Mendes Pinto - Verdades e mitos do Oriente.
“A volta ao mundo em 80 dias” de de Júlio Verne - Ficar a conhecer o mundo todo de uma só vez.
“O Principezinho de Antoine de Saint-Exupéry” - Ir até ao deserto para sonhar com planetas.
“Robinson Crusoe” de Daniel Defoe - A lição de um náufrago.
Profª Natércia Caravela
Diários Gráficos
Foram publicados, no nosso Jornal Bússola Estudantil, alguns desenhos diários dos nossos alunos do curso de Artes Visuais.
Hugo Oliveira do 12º H
Betina Menescal 11º H
Filipa Ponte 11º H
Rita Fonseca
Hugo Oliveira do 12º H
Betina Menescal 11º H
Filipa Ponte 11º H
Rita Fonseca
Dia da Cidade Educadora “HOJE HÁ AULAS NA RUA”
No dia 30 de novembro, comemorou a cidade de Loulé, o Dia Internacional da Cidade Educadora “Hoje há aulas na rua”. A nossa escola aderiu e os alunos do 12º F e 12º G deslocaram-se, acompanhados pela professora de História A, ao monumento e à Casa Memória Duarte Pacheco. Fizeram ainda, uma breve paragem junto à Câmara Municipal, para observarem o memorial alusivo aos militares do concelho, mortos na 1ª Guerra e na Guerra colonial.
O monumento erigido em homenagem ao Engenheiro Duarte Pacheco, inaugurado nos dez anos do seu falecimento, 16 de novembro de 1953, constitui, nos painéis esculpidos, um testemunho do que foi a vastidão da sua obra, inacabada, interrompida por uma morte precoce. A frase que se lê no muro que o circunda, da autoria de Salazar, presente na sua inauguração, é elucidativa: “Uma vida velozmente vivida e inteiramente consagrada ao serviço pátrio”.
Na Casa Memória, inaugurada em 2012, onde nasceu, no dia 19 de abril de 1943, o Engenheiro Duarte Pacheco, os alunos observaram os retratos dos seus progenitores: o pai, José de Azevedo Pacheco e a mãe, Maria da Glória Pacheco. Conheceram ainda Marçal Pacheco, seu tio, político de destaque, cujo nome foi atribuído à avenida comumente conhecida como “rua de Faro”. Neste espaço, foi ainda possível conhecer o percurso académico e governativo desta figura singular.
Aquele que uns amaram e outros odiaram, dada a forma como atuou, para fazer muito, com poucos recursos, ingressou no IST, no ano letivo de 1916-1917. Concluído o curso em 1923, é convidado, em 1925, para lecionar a disciplina de Matemáticas Gerais, como professor interino. No ano seguinte, é nomeado professor efetivo e convidado para o cargo de diretor interino, ascendendo a diretor efetivo, em 1927.
O desempenho das funções de diretor do IST, foi logo assinalado, pela iniciativa da construção de novas instalações, condignas, aquelas que hoje conhecemos, num dos topos da Alameda D. Afonso Henriques.
Em 1928, é convidado para gerir a pasta da Instrução Pública. Permanece poucos meses nesta função, regressando à direção do IST. Em 1932, assume o Ministério do Comércio e das Comunicações, depois designado das Obras Públicas e Comunicações. Sai em 1936, no seguimento de uma reformulação do Governo, voltando à direção do IST. Retoma o cargo em abril de 1938, novamente convidado pelo Presidente do Conselho, Oliveira Salazar. Conjuga este cargo, durante algum tempo, com o de Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, que ocupava desde o início do mesmo ano e para o qual havia sido nomeado. Será o ministro das Obras Públicas e das Comunicações, até ao dia em que ocorre o acidente que o vitimará, no regresso de Vila Viçosa. Tinha ido fazer a verificação da evolução dos trabalhos, relativos à estátua equestre de D. João IV, a qual deveria ser inaugurada, no dia 8 de dezembro.
No conjunto da sua obra, contam-se, para além do Instituto Superior Técnico, já antes citado, o Instituto Nacional de Estatística, a Casa da Moeda, o aeroporto de Lisboa, o estádio nacional, liceus, hospitais, estradas, bairros sociais, tribunais e prisões, quartéis, pousadas, repartições públicas, restauro de monumentos históricos, o Museu Nacional de Arte Antiga, a coordenação da Exposição do Mundo Português, realizada em 1940, o viaduto que perpetua o seu nome. Acrescentemos a construção, em Loulé, de um Centro de Saúde, dos Correios, que os alunos tiveram oportunidade de observar, no decurso do trajeto que efetuaram entre o Monumento e a Câmara Municipal. Foi ainda construída, em Loulé, a designada cadeia nova, assim como foram feitas reparações na Igreja Matriz. Outras realizações ficarão por referir, tanto a nível local, como nacional.
Agradecemos a colaboração da Drª Luísa Martins, do Eng.º Luís Guerreiro e da D. Ricardina Inácio, pelo contributo que deram para a concretização desta atividade que nos propusemos realizar. Integra-se também a mesma, no objetivo da biblioteca da nossa escola, de promover visitas a locais culturais da cidade.
Prof.ª Sílvia Santos
No âmbito da comemoração do Dia Internacional da Cidade Educadora, os alunos do 11º ano das turmas Zs e Zt participaram no projeto promovido pela Câmara Municipal de Loulé, “Hoje há aula na rua”, no âmbito da disciplina de Português. À semelhança de uma afirmação de Almeida Garrett, esta aula pretendeu desenvolver um novo olhar sobre a cidade, de forma a concretizar este propósito: "Vou nada menos que a Santarém (Loulé): e protesto que de quanto vir e ouvir, de quanto eu pensar e sentir se há de fazer crónica”. In Viagens na Minha Terra
Na verdade, esta saída pretendeu desenvolver nos alunos a capacidade de apreciar a beleza cromática e artística da cidade, fonte inspiradora da escrita criativa. Identificaram também, na toponímia urbana, os nomes de autores estudados: Padre António Vieira e Almeida Garrett, entre outras curiosidades que causaram surpresa e entusiasmo nos alunos.
Feita a paragem obrigatória junto à estátua de António Aleixo, os alunos prestaram homenagem a este grande ícone da poesia, lendo, de forma expressiva, algumas das suas quadras.
Um dos momentos importantes de aprendizagem desta nossa “aula” coincidiu com a visita guiada à Capela de Nossa Senhora da Conceição. Tivemos o privilégio de usufruir de uma excelente comunicação, feita pela Dra Isabel Luzia, arqueóloga do município, que nos fez uma viagem temporal muito interessante sobre a origem histórica e artística da nossa cidade, em geral, e do espaço visitado, em particular.
O percurso contemplou, ainda, várias paragens, registos fotográficos, distribuição e leitura de poemas pelas gentes da cidade, e recolha de palavras que foram sendo captadas a partir do real e do subjetivo, que servirão de mote para posteriores produções artísticas.
Prof.ª Arlete Santos
DIA INTERNACIONAL DO VOLUNTARIADO
No dia 5 de dezembro, Dia Internacional do Voluntariado, realizou-se na biblioteca da nossa escola uma palestra com a PRAVI que nos falou sobre as áreas onde desenvolvem o seu trabalho, as dificuldades e as alegrias que vão tendo no decurso das suas ações.
Realçaram, como não podia deixar de ser, o papel fundamental do voluntário, já que sem estes, a Pravi não existiria.
Aqui estão as áreas em que a Pravi dá o seu contributo:
- TERAPIAS E ATIVIDADES ASSISTIDAS POR ANIMAIS (TAA / AAA):
Apoio a Crianças e Jovens com Dificuldades de Aprendizagem e Concentração, Cancro, Autismo, Síndroma de Down e Depressão, através da promoção do Bem-
- APOIO A ANIMAIS ABANDONADOS OU EM RISCO:
Alojamento, Alimentação e Assistência Veterinária; Campanhas de Esterilização, de Adopção e Sensibilização. Dentro das suas possibilidades resgatam e cuidam de animais abandonados, promovendo a adoção de cada um deles de forma responsável. Já ajudaram milhares de animais ao longo de mais de 10 anos de existência PRAVI.
- A PRAVI desenvolve o seu trabalho EXCLUSIVAMENTE com base no voluntariado e nas ajudas (donativos) que chegam por parte de particulares sensíveis à nossa causa.
Organizam ações de sensibilização em escolas e eventos; pois acreditam que a educação de jovens, crianças e adultos é a forma mais eficaz de combater o abandono e maus-tratos contra animais. Simultaneamente pretende, também, alertar para a importância do voluntariado nesta sociedade cada vez mais individualista e menos humanista.
Prof.ª Arlete Casaca
DIA INTERNACIONAL DA CONSERVAÇÃO DA VIDA SELVAGEM
Para celebrar o Dia Internacional da Conservação da Vida Selvagem, 4 de dezembro, e o Dia Internacional do Voluntariado, 5 de Dezembro, a Escola Secundária de Loulé convidou a bióloga Carla Veríssimo para dar a conhecer o trabalho realizado pela SPEA (Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves), mais especificamente sobre a Campanha Contra a Captura Ilegal de Aves, a decorrer até Janeiro, com particular foque no Algarve, região do país onde foram registados a maioria de casos de capturas ilegais a nível nacional.
Neste debate a SPEA pretendeu dar a conhecer a problemática, apelando à divulgação da Campanha, à sensibilização dos jovens e a que mais olhos possam estar atentos a estes casos no campo e mais denúncias sejam feitas às autoridades.
Durante a manhã de dia 5 de Dezembro houve, ainda, uma Palestra sobre esta temática e uma Saída de Observação de Aves com Guillaume Réthoré, Biólogo e Guia de Natureza da Organização Não-Governamental "A Rocha".
Prof.ª Lina Campos
Subscrever:
Mensagens (Atom)









